
" Você nunca me ligou para dizer que estava com saudade "
Essas palavras caíram como uma bomba em mim, procurei demonstrar que não havia me importado mas, não consegui e como forma de esconder o meu choro saí do quarto. Chorei incontrolavelmente e não conseguia conter as palavras de ofensas ao que proferiu esses verbetes que tanto me feriram. Depois do descarrego solitário percebi que o choro havia me aliviado a alma. Eu me sentia mais leve, menos afetada por aquelas palavras que de verdadeiras não tiveram nada. Será que as lágrimas teriam o poder de transportar as tristezas? Ou a tristeza que não suportava as lágrimas? Talvez seriam elas cúmplices de uma ação que me derrubou naquela noite? Ou ambas conspiravam para a minha derrota sentimantal, só que jogando em times adversários?
Daí foi que lembrei da aula de fisiologia sobre o sistema nervoso quando o prefessor falou sobre a emoções desencadeadas e sua reações externas. Lembro que ele explicou que O sistema límbico, sistema do cérebro responsável pelos sentimentos, associa um estímulo emotivo com aqueles que já temos guardados, gerando algumas respostas, sendo que uma delas é o choro. Depois disso, várias substâncias envolvidas no processamento das emoções, como noradrenalina e serotonina, e. g., são liberadas. Através do sistema nervoso independente (responsável por ações como piscar dos olhos) causarão a contração da glândula lacrimal, liberando a lágrima.Esses fenômenos neurológicos e endocrinológicos são relacionados ao instinto de defesa do ser humano. Pode-se dizer que há alguns tipos de choro: o resultante de algum tipo de emoção espontânea ou simulada e o intermitente ou persistente, que pode surgir sem motivo e indica uma possível doença como depressão, por exemplo.
Talvez aquele choro tivesse sido uma salada de emoções, hormônios e um sistema neurológico desocupado e sensível devido às férias mas, aquelas palavras jamais serão esquecidas. Depois que o proferidor não venha me dizer que eu que não o busco mais. Tem horas em que a gente cansa de tentar,tentar e tentar e só receber insensibiliade de volta. A partir de hoje eu nem serei mais carinhosa, nem tentarei mais aproximção e nem aceitarei arrependimentos, o tempo de amor maternal passou, eu agora já me acostumei a viver sem ele. A vida é ótima com uma mãe, mas também é possível sem ela.
Essas palavras caíram como uma bomba em mim, procurei demonstrar que não havia me importado mas, não consegui e como forma de esconder o meu choro saí do quarto. Chorei incontrolavelmente e não conseguia conter as palavras de ofensas ao que proferiu esses verbetes que tanto me feriram. Depois do descarrego solitário percebi que o choro havia me aliviado a alma. Eu me sentia mais leve, menos afetada por aquelas palavras que de verdadeiras não tiveram nada. Será que as lágrimas teriam o poder de transportar as tristezas? Ou a tristeza que não suportava as lágrimas? Talvez seriam elas cúmplices de uma ação que me derrubou naquela noite? Ou ambas conspiravam para a minha derrota sentimantal, só que jogando em times adversários?
Daí foi que lembrei da aula de fisiologia sobre o sistema nervoso quando o prefessor falou sobre a emoções desencadeadas e sua reações externas. Lembro que ele explicou que O sistema límbico, sistema do cérebro responsável pelos sentimentos, associa um estímulo emotivo com aqueles que já temos guardados, gerando algumas respostas, sendo que uma delas é o choro. Depois disso, várias substâncias envolvidas no processamento das emoções, como noradrenalina e serotonina, e. g., são liberadas. Através do sistema nervoso independente (responsável por ações como piscar dos olhos) causarão a contração da glândula lacrimal, liberando a lágrima.Esses fenômenos neurológicos e endocrinológicos são relacionados ao instinto de defesa do ser humano. Pode-se dizer que há alguns tipos de choro: o resultante de algum tipo de emoção espontânea ou simulada e o intermitente ou persistente, que pode surgir sem motivo e indica uma possível doença como depressão, por exemplo.
Talvez aquele choro tivesse sido uma salada de emoções, hormônios e um sistema neurológico desocupado e sensível devido às férias mas, aquelas palavras jamais serão esquecidas. Depois que o proferidor não venha me dizer que eu que não o busco mais. Tem horas em que a gente cansa de tentar,tentar e tentar e só receber insensibiliade de volta. A partir de hoje eu nem serei mais carinhosa, nem tentarei mais aproximção e nem aceitarei arrependimentos, o tempo de amor maternal passou, eu agora já me acostumei a viver sem ele. A vida é ótima com uma mãe, mas também é possível sem ela.